quinta-feira, 22 de setembro de 2016

só os loucos sabem;

   Na sociedade é assim, vão exigir de você qualidades que nem eles tem. a vida é feita de capítulos. e um capítulo ruim não quer dizer que é o final da história, só não deixe de ser quem você é por causa de uma opinião qualquer.
   Porque no fundo, você sabe que essas pequenas atitudes  é um sinal de  que ném essas pessoas sabem o que dizem ou fazem...  A adolescência é o período da vida em que nós jovens se recusam a acreditar que um dia virão a ser tão estúpidostudos,  tudo se resume a, meu jeito, meu mundo, minhas histórias, meus sonhos, meus dramas, meus amores, minhas burradas, minha vida. Não gostou? Lamento. Na maioria das vezes, o que eu penso é bem diferente do que eu faço.
   É meio paranóico né
. Parece uma coisa para enlouquecer a gente devagar. Algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender.

domingo, 4 de setembro de 2016

mundo de voutas;

  “Todos nos carregamos conosco uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar, quando durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala tudo...

   Dentro de mim carrego o muito que vivi e o pouco que conheço. E às vezes tenho a sensação de que não caibo mais aqui dentro, por isso levo pra fora todos os meus eus e posso ser várias, aos meus olhos ou aos seus, mas a essência é uma só, e essa sim, não muda nunca. Sinto nas pequenas entrelinhas e caminho sempre nas linhas explicitamente tortas. Posso ser uma explosão de cores Almodovarianas e, após um suspiro, transformar o meu mundo em um cinza calmo e melancólico. Porque o meu mundo é assim mesmo, igual ao de todo mundo: ambíguo e irremediavelmente inconstante mundo.

 E foi assim que eu, finalmente, voltei pra única pessoa no mundo que nunca me abandonou ou desmereceu: eu mesma. Foi desse jeito meio torto, meio bruto que eu voltei pra mim. Foi depois de me doar e me doer tanto que eu percebi que não vale à pena.Coração vazio e sorriso cheio, que assim seja. Os arranhões já não me doem, cada decepção eu levo como vacina. Dessa vez prometo não me abandonar, me deixar de lado ou me diminuir por ninguém nesse planeta. Se não tiver jeito, posso até me emprestar, me dividir quem sabe, mas me perder nunca mais. Agora é assim, primeiro eu. Quem não gostar das regras, não joga. Tô feliz, acredita ? Olha só a irônia, fui buscar o amor e já tinha. Fui tentar ser feliz e já era. Fui tentar me encontrar e me perdi. E, que loucura, precisei me perder pra me encontrar. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

as janelas douradas


As janelas douradas
O menino trabalhava arduamente durante todo o dia, no campo, no estábulo e no armazém, pois os pais eram fazendeiros pobres e não podiam pagar a um ajudante. Mas, quando o sol se punha, o pai deixava-lhe aquela hora só para ele. O menino subia ao alto de um morro e ficava a olhar para um outro morro, distante alguns quilómetros. Nesse morro, via uma casa com janelas de ouro e de diamantes. As janelas brilhavam e reluziam tanto que ele era obrigado a piscar os olhos. Mas, pouco depois, ao que parecia, as pessoas da casa fechavam as janelas por fora, e então a casa ficava igual a qualquer outra casa. O menino achava que faziam isso por ser hora de jantar; então voltava para casa, jantava e ia deitar-se. Um dia, o pai do menino chamou-o e disse-lhe:
— Tens sido um bom menino e ganhaste um dia livre. Tira esse dia para ti; mas lembra-te: tenta usá-lo para aprenderes alguma coisa boa.
O menino agradeceu ao pai e beijou a mãe. Em seguida partiu, tomando a direcção da casa das janelas douradas.
Foi uma caminhada agradável. Os pés descalços deixavam marcas na poeira branca e, quando olhava para trás, parecia que as pegadas o seguiam, fazendo-lhe companhia. A sombra também caminhava ao seu lado, dançando e correndo, tal como ele. Era muito divertido.
Passado um longo tempo, chegou ao morro verde e alto. Quando subiu ao topo, lá estava a casa. Mas parecia que haviam fechado as janelas, pois ele não viu nada de dourado. Aproximou-se e sentiu vontade de chorar, porque as janelas eram de vidro comum, iguais a qualquer outra, sem nada que fizesse lembrar o ouro.
Uma mulher chegou à porta e olhou carinhosamente para o menino, perguntando o que ele queria.
— Eu vi as janelas de ouro lá do nosso morro — disse ele — e vim de propósito para as ver de perto, mas elas são de vidro!
A mulher meneou a cabeça e riu-se.
— Nós somos fazendeiros pobres — disse — e não poderíamos ter janelas de ouro. E o vidro é muito melhor para se ver através dele!
Convidou o menino a sentar-se no largo degrau de pedra e trouxe-lhe um copo de leite e uma fatia de bolo, dizendo-lhe que descansasse. Chamou então a filha, que era da idade do menino; dirigiu aos dois um aceno afectuoso de cabeça e voltou aos seus afazeres.
A menina estava descalça como ele e usava um vestido de algodão castanho, mas os cabelos eram dourados como as janelas que ele tinha visto e os olhos eram azuis como o céu ao meio-dia. Passeou com ele pela fazenda e mostrou-lhe o seu bezerro preto com uma estrela branca na testa; ele falou do bezerro que tinha em casa, e que era castanho-avermelhado com as quatro patas brancas. Depois de terem comido juntos uma maçã, e se terem tornado amigos, ele fez-lhe perguntas sobre as janelas douradas. A menina confirmou, dizendo que sabia tudo sobre elas, mas que ele se tinha enganado na casa.
— Vieste numa direcção completamente errada! — exclamou ela. — Vem comigo, vou-te mostrar a casa de janelas douradas, para ficares a saber onde fica.
Foram para um outeiro que se erguia atrás da casa, e, no caminho, a menina contou que as janelas de ouro só podiam ser vistas a uma certa hora, perto do pôr-do-sol.
— Eu sei, é isso mesmo! — confirmou o menino.
No cimo do outeiro, a menina virou-se e apontou: lá longe, num morro distante, havia uma casa com janelas de ouro e de diamantes, exactamente como ele tinha visto. E quando olhou, o menino viu que era a sua própria casa!
Apressou-se então a dizer à menina que precisava de se ir embora. Deu-lhe a sua melhor pedrinha, a branca com uma lista vermelha, que trazia há um ano no bolso. Ela deu-lhe três castanhas- da-índia: uma vermelha acetinada, outra pintada e outra branca como leite. Ele deu-lhe um beijo e prometeu voltar, mas não contou o que descobrira. Desceu o morro, enquanto a menina ficava a vê-lo afastar-se, na luz do sol poente.
O caminho de volta era longo e já estava escuro quando chegou a casa dos pais. Mas o lampião e a lareira luziam através das janelas, tornando-as quase tão brilhantes como as vira do outeiro. Quando abriu a porta, a mãe veio beijá-lo e a irmãzinha correu a pendurar-se-lhe ao pescoço; sentado perto da lareira, o pai levantou os olhos e sorriu.
— Tiveste um bom dia? — perguntou a mãe.
— Sim! — o menino passara um dia óptimo.
— E aprendeste alguma coisa? — perguntou o pai.
— Sim! — disse o menino. — Aprendi que a nossa casa tem janelas de ouro e de diamantes.
        

Deves tratar as pessoas com delicadeza, de contrário elas afastar-se-ão de ti.
Lembra-te sempre: um pequeno gesto afectuoso pode ter um grande significado.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

mudeSEMPRE

Mude...

Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, troque o caminho, ande calmamente por outras ruas, observando com atenção os lugares por onde passa.
Tome outro ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas; dê os sapatos velhos, e procure andar descalço alguns – nem que seja em casa.
Tire uma tarde inteira para passear livremente, ouvir o canto dos passarinhos ou o ruído dos carros.
Abra e feche as gavetas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama. Em seguida, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV, leia outros livros, viva outros romances – nem que seja em sua imaginação.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia.
Coma um pouco menos, coma um pouco mais, coma diferente, escolha outros temperos, novas cores, coisas que você nunca ousou experimentar.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde, ou vice-versa.
Tente o novo todo dia: o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, a nova posição.
Escolha outro mercado, outra marca de sabonete, outro creme dental.
Tome banho em vários horários.
Use caneta de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame cada vez mais, de modos diferentes. Mesmo achando que a outra pessoa pode ficar assustada, sugira o que sempre sonhou fazer, na hora do sexo.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais parecido com o que você espera da vida, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as: seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
   Só o que está morto não muda, e voçê está vivo.


Na terra do 'se

      Na terra do “Se”

Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.
Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.
Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.
Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.
Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor ( e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.
Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.
Se fossemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.
Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.
Se todos lessem bons livros.
Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro do armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.
Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.
Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.
Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.
Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.
Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida.
Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.
Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.
'' e se em vez de ficarmos na terra do ''se e comesarmos ver ao nosso redor ; 
 

sábado, 2 de julho de 2016

                 coisas de meninas;
Resultado de imagem para textos legais de coisas de menina com ilustrações
1. Só porque um garoto gosta de outra menina não significa que ela seja melhor que você
Ele pode ser aquele cara seja bom de bola ou que ande de skate como ninguém e, por isso, todas as meninas caiam de amores por ele, e você seja a estrela do teatro do colégio. A questão é: não fique para baixo se você não faz o tipo dele. Surgirão outros caras que se encantem por você do jeito que você é.
2. Você não precisa fazer nada que não queira, mesmo se estiver namorando
Se ele fica bravo quando você diz não, pode ser que seja a hora de você repensar no seu relacionamento. A recomendação é: faça somente aquilo que seja confortável para você; com alguém que te faça sentir bem, segura e feliz.
3. Nunca namore um cara só porque se sente mal em dizer não
Se você não gosta dele, seja franca e diga que não vai rolar. Se não for o suficiente, chame-o para trocar uma ideia, diga que podem ser amigos, mas apenas.
4. Os garotos não adivinham pensamentos
Tá se sentindo triste ou, tipo, meio frustrada? Não se hesite em chamá-lo para uma conversa. Essa é a melhor alternativa, sempre -- em vez de ignorá-lo no WhatsApp ou no Facebook. É bem provável que ele não entenda seus "sinais", e, dessa forma, você acabe gerando um drama desnecessário.
5. Os meninos vão e vêm, mas as amizades são para sempre
Claro, você já deve ter escutado milhões de vezes; provavelmente deve ter até uma camiseta com esses dizeres, mas é verdade. Não se afaste de seus amigos se você estiver ficando com alguém. Afinal de contas, quem é que vai estar do seu lado tomando um sorvete e dando um abraço quando você tiver aquela briga com o seu paquera?
...Bom essas foram cinco coisas que nos garotas ja passamos 
se gostou deixa seu comentario;) bjs  
 

segunda-feira, 27 de junho de 2016

reggae a vida com amor!;
 aqui a baixo algumas frases de reggae
para quem curte ;

Quem sabe cala, quem não sabe é quem mais fala. 👊👊
(Ponto de Equilíbrio)
Eu sei muito pouco, mais também já sei viver… 👌✌
(Adão Negro)
Estamos tão longe, tão perto também! 😊😊
(Armandinho)
Na estrada da vida uns passam deixando saudades, outros trazendo alívio! 😅😐
(Edson Gomes)
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